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16 de fevereiro de 2013

Proposta de um Modelo Estruturado de Análise de Demonstrações Contábeis



por Ariovaldo dos Santos, 
Silvia Pereira de Castro Casa Nova


Este estudo apresenta um modelo estruturado de análise de demonstrações contábeis, baseado em Análise por Envoltória de Dados. Embora bastante difundida no exterior, com mais de 400 trabalhos publicados entre 1978 a 1992 (Charnes, Cooper, Lewin & Seiford, 1997: 11), poucos estudos trataram da utilização da DEA em análise de demonstrações contábeis. Para tanto foi desenvolvida uma metodologia que relaciona etapas e procedimentos para estruturação de um modelo DEA partindo-se das informações contidas em demonstrações contábeis de empresas do setor elétrico brasileiro, obtidas da base de  dados Melhores e Maiores de Fipecafi-Exame, para os anos de 1999 e 2000. Os escores de eficiência obtidos pela aplicação do modelo foram comparados com o indicador de Excelência Empresarial de  Melhores e Maiores  e com o Retorno sobre o Patrimônio Líquido,  indicador contábil tradicional, explorando-se vantagens e limitações. Os resultados preliminares apontaram para a complementaridade dos métodos de avaliação de empresas apresentados. Ressalte-se a recomendação de utilizá-los  conjuntamente, explorando as divergências entre os métodos e expandindo a compreensão dos fatores que influenciam a eficiência empresarial.


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/raeel/v4n1/v4n1a04.pdf

8 de fevereiro de 2013

A Análise de Balanço em Empresa Comercial de Eletrodomésticos, Móveis e Bazar – Um Estudo de Caso



por Aírton Colpo Magnago, 
Deise Garcez, 
Fernanda Lima Evangelho, 
Maria Cecília Brum, 
Pâmela Belaguarda Ribeiro



A análise de balanço em empresa comercial de eletrodomésticos, móveis e bazar – um estudo de caso, tem por finalidade abordar os benefícios que esta analise traz para a empresa e seus usuários, pois através de dados concretos obtidos sobre suas demonstrações contábeis, é possível avaliar e diagnosticar a situação econômico-financeiro da empresa e a partir desta realidade, tomar decisões mais coerentes com a real situação da mesma.


Fonte: http://w3.ufsm.br/revistacontabeis/anterior/artigos/vIInEspecial/a03vIInesp.pdf




7 de fevereiro de 2013

Análise das Demonstrações Financeiras


por Prof.Adriano Gomes


O objetivo deste trabalho acadêmico È mostrar que a Análise das Demonstrações È um importante instrumento que os administradores devem utilizar, visando otimizar os resultados e criar novas situações para a empresa.
•  No capítulo 1 s„o apresentados os conceitos básicos e os tipos de Demonstrações Contábeis.
•  No capitulo 2 s„o apresentados os índices de Estrutura de Capitais, de Liquidez e Rentabilidade, de maneira detalhada.
•  No capitulo 3 s„o abordados os índices de Previsão de Falência, pelo método de An·lise Discriminante, onde foram detalhados seis métodos.
Finalizando, destacamos que nos capítulos 2 e 3, os índices também foram abordados com um caso prático, para melhor compreensão dos  índices  aqui analisados.


Fonte: http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/cab3f008df2e175e03256d110062efc4/9d85fa7647f6844a03256d520059c2ec/$FILE/104_1_arquivo_demofinanc.pdf

6 de fevereiro de 2013

A importância da Análise das Demonstraçoes Contábeis – caso da empresa Gerdau S/A



por Valdério Freire de Moraes Júnior


A análise das demonstrações contábeis visa obter informações financeiras e econômicas, tendo como objetivo a tomada de decisão dentro de uma organização. Através das principais demonstrações, como o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício extraem-se índices de três períodos para observar a situação de solvência da empresa Gerdau S/A, uma companhia de capital aberto. A metodologia aplicada foi através de um estudo teórico-empírico, fundamentando-se em uma pesquisa bibliográfica e documental sobre a importância da análise de balanços. Por sua vez, o resultado encontrado é de uma avaliação constituída de análises específicas, demonstrando a situação financeira, econômica e administrativa da empresa Gerdau S/A, tendo como referência comparativa os exercícios de 2001 a 2003, para se encontrar, com base em dados matemáticos, uma empresa solvente. Enfim, a utilização de quocientes é o instrumento mais tradicional e também importante para se ter uma análise como um todo de balanços, todavia não sendo a única, mas talvez a mais importante forma de se analisar.


Fonte: http://webserver.falnatal.com.br/revista_nova/a3_v3/artigo_7.pdf

16 de março de 2012

Aplicação da Contabilidade por áreas de responsabilidade em uma empresa de panificação - um estudo de caso



por Cristiane Bazzotti, 
Eva Fabiani de Mello, 
Kety Gavlik Parizoto, 
Maria Lucia Melo de Souza Deitos, 
Rodrigo Fiori



A informação contábil constitui-se instrumento de gestão imprescindível, sendo que, em cenários econômicos em permanente mudança, ela se torna ainda mais relevante já que os gestores precisam valer-se de todas as alternativas possíveis para manter os resultados da empresa em níveis satisfatórios de competitividade.
A sobrevivência de uma empresa está, dessa forma, intimamente relacionada à sua capacidade de utilizar técnicas capazes de orientar os gestores nas decisões que precisam ser tomadas.
Com a finalidade de contribuir com esse processo e de proporcionar a avaliação de desempenho, a contabilidade por áreas de responsabilidade é apresentada como uma técnica utilizada na contabilidade gerencial com intuito de medir os custos por níveis de responsabilidade permitindo obter informações com relação ao desempenho de cada área e por conseqüência identificar quais são as áreas mais produtivas e quais são as áreas com problema e, dessa forma, avaliar os métodos e critérios que estão sendo adotados pela administração.
Para ressaltar a utilização  da contabilidade por áreas de responsabilidade como técnica gerencial, também, são apresentados os resultados de um estudo para a implementação desta técnica em uma pequena empresa do ramo de panificação.


Fonte:  
http://www.unioeste.br/campi/cascavel/ccsa/VISeminario/Artigos%20apresentados%20em%20Comunica%E7%F5es/ART%2015%20-%20Aplica%E7%E3o%20da%20contabilidade%20por%20%E1reas%20de%20responsabilidade%20em%20uma%20empresa%20de%20panifica%E7%E3o.pdf

4 de fevereiro de 2012

Optimização da performance universitária: o contributo da Contabilidade Analítica


por Maria da Conceição da Costa Marques, 
Paula Susana Ferraz Marques Rodrigues

 Num contexto de mudanças rápidas e turbulentas, face à internacionalização e à globalização, em ambientes de desregulamentação e liberalização de mercados, onde a gestão requer um rigor acrescido, a Administração Pública (AP) dita tradicional, rígida e burocrática, pouco permeável à mudança e excessivamente legalista, é posta em causa.

Assiste-se a uma progressiva necessidade de informação, requerida pelos mais variados utilizadores, objectiva, fiável e relevante, que permita dar resposta às exigências da sociedade actual, cuja dinâmica e pluralismo obrigam a respostas rápidas e concretas.

Assim, o clássico reporte da informação financeira pública, efectuado numa base de caixa, assente numa contabilidade orçamental de registo unigráfico, cujo principal objectivo é o controlo e a regularidade financeira das despesas e receitas públicas, torna-se claramente insuficiente.

O imperativo duma gestão apropriada e a exigência de um sistema capaz de a medir e analisar, por forma a conhecer os objectivos, os custos, os inputs, os outputs e os resultados, a auxiliar a tomada de decisões e a optimizar a relação entre eficiência, eficácia e economia dos serviços prestados, fundamentam a modernização da AP e ditam o início da Reforma da Administração Financeira do Estado (RAFE).

A reforma da Contabilidade Pública culmina na aprovação do Plano Oficial de Contabilidade Publica (POCP), pelo Decreto-Lei n.º 232/97, de 3 de Setembro, e dos seus planos sectoriais, nomeadamente o Plano Oficial de Contabilidade para o Sector da Educação (POC-Educação), aprovado através da Portaria n.º 794/2000, de 20 de Setembro.

Este plano – aplicável às universidades, institutos politécnicos e demais organismos do Ministério da Educação – constitui uma peça fundamental do enquadramento contabilístico dessas instituições, ao criar «condições para a integração dos diferentes aspectos – Contabilidade Orçamental, Patrimonial e Analítica – numa contabilidade pública moderna. »



10 de setembro de 2011

A Importância da Contabilidade Analítica na Tomada de Decisão no Sector Público, Privado e Cooperativo – Estudo Comparativo de Casos



por: Sidalina Gonçalves, 
Ana Bela Teixeira, 
Carla Rosário, 
Carlos Mata, 
Rui Rita.

A Contabilidade tem ao longo da sua história respondido às diferentes necessidades de informação, quer externa quer interna. No entanto, a sua capacidade de resposta aumentou incomparavelmente com os avanços tecnológicos destas últimas décadas, tendo-se evoluído de uma falta, para um excesso de informação, onde mais importante que ter informação, é ter a adequada para ser suporte à tomada de decisão. A sua importância é pois, função da utilidade que tenha para os seus utilizadores, internos e externos. Segundo Anthony e Govindarajan (1998:14), o campo da Contabilidade está amplamente dividida em duas partes, a Contabilidade Financeira e a Contabilidade de Gestão. A primeira, fornece a informação externa regulamentada por princípios contabilísticos geralmente aceites, enquanto que a segunda, fornece a informação de uso interno não obedecendo a princípios ou normas emanadas por entidades reguladoras. No entanto, partem de regras que permitem obter informação útil para os utilizadores internos.

Considerando esta dupla finalidade da Informação Contabilística, no trabalho que  iremos desenvolver, irá ser dada prioridade à informação interna suportada pela Contabilidade Analítica ou de Gestão. Nesta perspectiva, a Contabilidade Interna (o sistema de Contabilidade Analítica ou de Gestão) tem acompanhado a crescente necessidade de informação para apoiar a gestão, permitindo a medição e avaliação da eficácia e a eficiência operacional dos factores de produção, por funções, ou por actividades. Há que salientar que a Contabilidade Interna constitui um dos instrumentos de “pilotagem” aos dispor dos responsáveis para o controlo de gestão, devendo ser um sistema estruturado e organizado de informação para a gestão e de apoio à tomada de decisão.

Este paper pretende indagar a importância da Contabilidade Analítica na obtenção de informação relevante para a tomada de decisão, estabelecendo a conexão com os objectivos do Plano Oficial Contabilidade Pública (POCP) e do Plano Oficial de Contabilidade (POC) ao nível de diferentes organizações pertencentes aos sectores económicos alvo destes dois planos: Público e Privado. Por outro, a crescente importância do sector social sem fins lucrativos, como sejam as cooperativas, e que têm um impacto decisivo sobre a vida económica e social da sua envolvente, tornou importante a inclusão deste sector no estudo realizado. A análise efectuada neste paper tem por base um Projecto de Investigação realizado no âmbito do 2º Concurso de Projectos de Investigação promovido pelo Instituto Politécnico de Setúbal - IPS. É neste cenário que se realizaram os Estudos de Casos, seleccionando para o efeito uma das escolas do IPS, a Escola Superior de Ciências Empresariais - ESCE e ainda as organizações, Refrige e Pluricoop, todas pertencentes ao Distrito de Setúbal. No estudo de caso efectuado nas três organizações (uma de cada sector), pretende-se aferir a importância que a Contabilidade Analítica tem como informação relevante para apoiar a tomada de decisão. 

 
Fonte: http://www.intercostos.org/documentos/custos_264.pdf

4 de setembro de 2011

Contabilidade Analítica - Papel numa Instituição de Ensino Superior


por José Azevedo Rodrigues

A contabilidade pode identificar-se como um subsistema de informação financeiro que, tendo por base as operações realizadas pelas entidades, as regista em suportes próprios, por forma a produzir um conjunto de quadros e outros elementos que nos permitam conhecer a sua situação financeira e apurar os resultados da sua actividade.

A contabilidade surge, desta forma, como um sistema natural das organizações, na medida em que são os factos e as transacções que nelas ocorrem, que constituem a sua matéria prima. A escassez de recursos exige o seu controlo e a sua boa utilização, independentemente dos seus fins (lucrativos ou não), pelo que a contabilidade constitui um instrumento indispensável numa sociedade moderna que se pretende de rigor, de conhecimento e de saber.


Fonte:
http://www.otic.utl.pt/files/2011/08/Organização-das-estruturas-de-custos-das-Instit.-de-Ensino-Superior-e-de-IDT-Contab.-Analítica.pdf

3 de setembro de 2011

A Contabilidade Analítica ou de Custos no sector público administrativo



por João Carvalho, 
Teresa Carmo  Costa, 
Natália Macedo

A Contabilidade Analítica assume, cada vez mais, um papel determinante na adequada gestão dos gastos públicos. Neste sentido, os planos de contas que surgiram no âmbito da reforma da Contabilidade Pública colocaram este sistema como obrigatório nas várias entidades sujeitas às suas normas.

No estudo empírico realizado, os autores procuraram averiguar qual o estado de implementação daquele sistema de contabilidade.

A criação de um sistema de Contabilidade Analítica, quer nas organizações privadas quer nas públicas, revela-se de extrema importância no contexto actual, em que as várias entidades se deparam com a necessidade de gerir adequadamente os recursos ao seu dispor, de modo a administrar a instituição de forma eficaz, eficiente e económica.



Fonte: http://www.ctoc.pt/downloads/files/1206546789_30a41contabilidade.pdf

23 de agosto de 2011

A Contabilidade Analítica, Estudos Previsionais e Formação no Século XXI



por Jorge São Marcos
Paulo Naia

A Contabilidade Analítica incide prioritariamente na valorização dos fenómenos internos empresariais, preocupando-se com o registo de encargos e proveitos por função, por actividades e pelos produtos.

Em Portugal, durante muitos anos a Contabilidade Analítica foi denominada contabilidade de Custos, pois o registo dos custos por função, actividade e produtos, a sua análise, controlo e previsão foi e, contínua a ser, o “núcleo duro” da Contabilidade Analítica, na generalidade das empresas que a implementaram.

Aliás, nas considerações técnicas do actual Plano Oficial de Contabilidade (POC) Português, aprovado em finais de 1989, diz-se:

“É cada vez maior o número de empresas que implementam subsistemas contabilísticos de contabilidade interna, analítica ou de custos” (Decreto-Lei nº 410/89).

Actualmente, já se começa a utilizar o conceito e a denominação de Contabilidade de Gestão, contudo mais nos meios académicos.

A Contabilidade de Gestão seria um desenvolvimento da Contabilidade de Custos, numa óptica mais globalizante; será uma informação para a administração das unidades empresariais, não incidindo apenas nos custos, mas também nos proveitos, e nas massas patrimoniais.

Evidentemente, que esta evolução na generalidade das empresas portuguesas que implementaram uma Contabilidade Interna não é uma realidade. No tecido empresarial português é importante começar a generalizar-se a implementação da Contabilidade Analítica.

Por isso as obras actuais que falam na Contabilidade de Custos ou Analítica dizendo que é  tradicional, e dando relevo à Contabilidade de Gestão, têm por base muitas vezes a evolução vivida nas fortes empresas Norte Americanas, Japonesas e dos países mais desenvolvidos na União Europeia.

O horizonte temporal da Contabilidade Analítica tem vindo a incidir em factos passados.

Porém, esta contabilidade, dado estar cada vez mais ligada à contabilidade de custos e de proveitos pré–determinados, passou a ter um novo horizonte temporal mais próximo da actualidade, visto ter de se preocupar constantemente com desvios entre factos verificados e registados e previsões efectuadas.

A Contabilidade Analítica pretende atenuar as insuficiências da Contabilidade Geral, também denominada Contabilidade Financeira, enquanto utensílio de gestão. Por outras palavras, a Contabilidade Geral embora sendo essencial, sendo imprescindível, para se levar por diante uma gestão racional, carece de operacionalidade na planificação, no controlo e na tomada de decisões pelos gestores e empresários.

A Contabilidade Geral não possibilita as informações relativas às funções internas desenvolvidas nas unidades económicas, nem com a assiduidade que cada vez mais se exige. Contudo, como foi dito, a Contabilidade Geral é fundamental para a gestão da empresa, pois permite analisar a evolução do seu património e determinar o resultado conseguido pelas actividades desenvolvidas.

Mas a informação específica sobre a produção, os custos, proveitos imputáveis às diferentes funções, departamentos, secções, postos de trabalho e sobre o processo produtivo, são fornecidas pela Contabilidade Analítica de Exploração.

Com o progressivo crescimento, diversificação e especialização das tarefas realizadas dentro das unidades empresariais durante os últimos anos de intensa internacionalização de capitais, a Gestão passa a sentir uma maior necessidade em conhecer rapidamente a pormenorização dos custos. E “uma de las funciones básicas de la Contabilidad de Gestión, consiste en controlar los costes y La producción para que la gerencia pueda identificar las áreas problemáticas y adopte, si procede, acciones correctoras” (AECA, 1996, p. 101).

Porém, este detalhe económico incide sobre o desenvolvimento de cada uma das várias actividades, de cada um dos centros de responsabilidade, de cada uma das suas famílias de bens produzidos, dos diferentes produtos e dos serviços prestados.

Mas a Contabilidade Analítica não só pode ficar-se pelo estudo dos aspectos internos da empresa. Este sub-sistema contabilístico tem de passar a interessar-se cada vez mais, pelos mercados e canais de distribuição possibilitando a realização de estudos sectoriais de rentabilidade comercial e contas de exploração elementares, actividade por actividade e segmento de mercado por segmento, zona geográfica por zona. (Margerin, 1990).

Os registos viabilizados pela Contabilidade Analítica derivam das operações realizadas dentro da empresa (industrial, comercial, financeira ou de serviços). Esta Contabilidade preocupa-se com a reclassificação dos custos e dos proveitos por destino, ou seja, pela sua imputação às funções, às actividades, aos departamentos, aos centros de análise ou às secções produtivas.

Os diferentes métodos de cálculo de resultados obtidos pela Contabilidade Analítica, dividemse em dois grandes grupos, face à competência dos factores produtivos num método de Absorção, ou de Contribuição.

O primeiro tipo de análise – de Absorção - enquadra-se na afectação e imputação de custos aos produtos, situação esta mais verificada nas empresas portuguesas com Contabilidade Analítica. 


 Fonte: 
http://www.observatorio-iberoamericano.org/paises/spain/art%C3%ADculos%20diversos%20sobre%20contabilidad%20de%20gesti%C3%B3n/I%20Encuentro%20Iberoamericano%20Cont.%20Gesti%C3%B3n/Otros%20Temas/SaoyNaisa.pdf