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30 de outubro de 2011

As Novas Tecnologias na Educação do Ensino Superior


por Ronaldo de Castro

O tema desta pesquisa: As Novas Tecnologias na Educação do Ensino Superior, pretende apresentar as novas tecnologias que estão sendo inseridas na educação do ensino superior, as novas ferramentas de ensino e suas contribuições para o desenvolvimento do campo do conhecimento acadêmico, sendo que a arte da educação, destacando a do Brasil, esta cheia de inovações e transformações que trazem mudanças significativas e positivas no ensino Brasileiro.

Hoje temos uma necessidade ainda mais intensa da educação continuada dos docentes, e a formação inicial dos mesmos requer cuidados especiais, visando uma melhora significativa em salas de aula.

Entretanto, vale apena destacar que há alguns anos atrás, falar de ensino on-line, ou a distância, em nível superior, usando um computador, era uma iguaria para poucos, bem poucos; hoje a difusão dessas tecnologias, o baixo custo dos microcomputadores, a inclusão digital, tem tornado essas novas tendências acessíveis às classes C e D da sociedade Brasileira, onde pode ser destacado o baixo custo para o estudante/ universidade, visto que não é necessário disposição de sala de aula e ou professores presenciais, podendo quase tudo ser resolvido on-line, sendo que as principais avaliações devem ser realizadas “In Loco”. Não é possível descartar o “In Loco”, mas o virtual pode auxiliar a otimizar o presencial quando da realização deste.

Mas quais as ferramentas disponíveis hoje nas novas tecnologias, para a Educação? Como poderão ser utilizadas de forma eficaz e customizadas, para evitar que excluam ao invés de incluir os aspirantes à educação superior desse universo vasto?

Como tornar viável a aplicação dessas novas tecnologias nas universidades que atendem às classes C e D e não apenas nas que atendem as Classes A e B?

O objetivo desta pesquisa é demonstrar que o uso das novas tecnologias na Docência Superior proporciona o desenvolvimento dos alunos e dos professores. A soma dessas duas metodologias, tradicional e tecnológica de ensino, vem preenchendo a lacuna que causa a distância entre o Mestre e o Aprendiz, contribuindo para a construção continua do conhecimento.

A presente pesquisa, está baseada em consulta bibliográfica e busca esclarecer as mudanças que as Novas Tecnologias ocasionaram na Educação do Ensino Superior, suas contribuições e inovações para a formação continuada do corpo Docente e seus reflexos na sala de aula e as contribuições da educação à distância em todo território nacional.


Fonte: http://issuu.com/ronaldo.de.castro/docs/000032_-_as_novas_tecnologias_na_educa__o_do_ensin?mode=window&viewMode=singlePage

17 de outubro de 2011

Planos Economicos desde 1980


por Ronaldo de Castro


O tema desta pesquisa tratará sobre Os planos Econômicos do Brasil a partir de 1980, onde será abordada, a crise inflacionária e as medidas governamentais para saná-la.
Podemos destacar que após anos de ditadura militar o Brasil, tem sua última eleição indireta de um candidato civil e em 1985 chega ao fim o Regime Militar Ditatorial Brasileiro. Todavia a completa transição para a democracia ocorre apenas em 1988, no governo do Presidente José Sarney, com a promulgação da Nova Constituição Brasileira por uma Assembléia Constituinte.

Mas quando volta aos padrões da Democracia a Nação encontra-se degrada com graves problemas sociais e econômicos, e uma inflação galopante, com o crescente endividamento externo e interno.

Medidas para sanear tais problemáticas da sociedade vêm com os governos de José Sarney e Fernando Collor de Melo, onde sete planos econômicos consecutivos são implantados na tentativa de frear e reduzir a inflação, são eles: Cruzado (1986), Cruzadinho (meados de 1986), Cruzado II (final de 1986), Bresser (junho/1987), Verão (01/1989, Collor (03/1990), Collor 2 (01/1991). Com sucessivos fracassos pela má condução desses planos, agravou ainda mais o problema inflacionário, tendo o Brasil uma hiperinflação, com sua moeda desvalorizada em três decimais por duas vezes em um período de três anos

Com o plano Brasil novo, repleto de erros, foi que a economia do Brasil teve abertura para o comércio exterior. O principal problema nessa época foi à forma como foi implantado, bruscamente, com descaso de empresas nacionais cuja produtividade era baixa, e com isso não tinham condições de competir frente ao que estava chegando e como conseqüência muitas faliram. Porém houve as que sobreviveram e para isso tiveram que adotar medidas de aumento na produção para que pudessem garantir sua continuidade, e, após esse período de adaptação, o cenário caótico tornou-se propício para que o Plano Real fosse implantado e conseguisse conter a hiperinflação instaurada na economia.

E assim em 1994, é elaborado e implantado o Plano Real, durante o Governo do então Presidente Itamar Franco, que teve sua continuidade e manutenção no governo dos Presidentes Fernando Henrique Cardoso e posteriormente pelo Presidente hoje em exercício Luiz Inácio Lula da Silva.

Foi com a implantação do Plano Real que o Brasil passou a ter uma relativa estabilidade monetária, que vem resistindo às sucessivas crises dos mercados internacionais.
O objetivo proposto é explanar sobre a economia brasileira a partir do ano de 1980 até a atualidade.

O objetivo geral é uma abordagem do período econômico caótico inflacionário no Brasil a desde o ano de 1980 bem como as medidas governamentais para restaurar a homogeneidade e sobriedade na economia.

No capítulo 1, iremos tratar sobre tema da Inflação, bem como os tipos que podemos classificar. No capítulo 2, explanaremos sobre os planos econômicos adotados no período de abrangência dessa pesquisa, seus erros e acertos. No capítulo 3, faremos destaque para o Plano Real, o qual vigora até hoje, e que sanou o problema hiperinflacionário da nação. Esta pesquisa basear-se-á em fontes bibliográficas, e consultas de Sites da Internet.


Fonte:
http://issuu.com/ronaldo.de.castro/docs/planos_economicos_desde_1980?mode=window&viewMode=singlePage

16 de outubro de 2011

As Teorias Transitivas da Administração



por Ronaldo de Castro



Em meio à Teoria Clássica e até certo ponto antecipando-se à Teoria das relações Humanas, alguns autores que defendiam a Teoria Clássica iniciaram trabalhos pioneiros de revisões, críticas e reformulações das bases clássicas da TGA. Embora não houvessem definido uma nova corrente de estudo, vários autores podem estar relacionados neste período de transição.

O aparecimento destes autores, aos quais denominaremos de transitivos, teve sua origem exatamente na abordagem formal e mecanicista de Taylor e seus companheiros. Todavia, a única coisa que esses autores têm em comum é a tentativa de aplicação pioneira de certos princípios da Psicologia na teoria administrativa.

O termo Teorias Transitivas, representa um conjunto de autores entre eles Ordway Tead, Mary Parker Follet, Chester Barnard, Oliver Sheldon, que enfatizam as pessoas e a abordagem humanista, com ressalvas nas Funções do Executivo e nas Relações em Grupo. Desses autores destacaram-se Mary Parker Follet e Chester Barnard, que fizeram a transição entre a Administração Cientifica e a Teoria Clássica e a Escolas das Relações Humanas; eles não apresentavam um conjunto de conhecimentos sistemáticos para representar uma escola de pensamento, por isso se dá o nome de transitivas.

Follet e Barnard não proporcionaram grandes impactos apesar da profundidade de seus escritos, seus trabalhos mostram que a organização é um Sistema Social, e que a produção é um processo cooperativo que depende da participação integrada, ou seja, conjunta de seus diferentes componentes.

Alguns desses autores ou pensadores cujas idéias são identificadas como parte das Teorias Transitivas, apresentaram muitas delas mesmo durante os eventos do Taylorismo. Eles, tentaram aplicar certos princípios da Psicologia-TEAD (1918) e FOLLETT (1920), e da Sociologia-BARNARD (1938), -ao ambiente de trabalho. TEAD foi, sem dúvida, um dos pensadores que mais se aproximou, junto com FOLLETT, do conceito de empregabilidade. Barnard propôs uma teoria da cooperação na organização formal. A ênfase no sistema cooperativo foi bem-vinda, principalmente pelo contexto da Grande Depressão e do desemprego em massa. Neste grupo de autores, TEAD (1918), FOLLET (1920) e BARNARD (1938) são mais significativos para a atualidade e merecem ser revistos quando se discute a empregabilidade. É intrigante o fato de, há seu tempo, não terem despertado a atenção de seus pares para este fenômeno. Não há dúvidas de que se seu pensamento for aplicado às disciplinas da organização em aprendizagem, uma correlação será estabelecida com cada uma das disciplinas. Poder-se-ia mesmo afirmar que estes autores, de certa forma, foram os precursores das disciplinas da organização em aprendizagem.


Fonte: 

15 de outubro de 2011

Contabilidade Administrativa



por Ronaldo de Castro


A competitividade hoje assistida no meio empresarial revela como o cenário econômico mundial impõe sua influência nos empreendimentos independente de seu porte, assim, a Contabilidade Administrativa, vem se tornando uma ferramenta importante na gestão dos negócios, seja em grandes empreendimentos, seja em empreendimentos de porte menor ou pequenos, não poder ser negligenciada pelo profissional da contabilidade, o Contador.

Tal fenômeno vem contribuindo de forma gradativa para o crescimento e desenvolvimento desta ramificação da contabilidade, onde o papel principal esta com o novo perfil do contador, que deve ser capaz de tomar decisões com relação aos eventos histórico, passado, comparando-os com presente, e assim projetando para um futuro próximo inovações que resultem no sucesso do empreendimento de forma continuada, e assim contribuindo para que se cumpra o principio da continuidade.

As análises obtidas pelas informações geradas e geridas por esse novo profissional contábil são indispensáveis para as tomadas de decisões no meio corporativo, e assim resultara em um nível de relevante confiabilidade em relação à eficácia e eficiência

Com a otimização do processo, por meio da informação gerencial contábil e atuação do novo contador, gera-se um nível de eficácia e eficiência satisfatórias para pronto atendimento das necessidades de todos os agentes envolvidos diretamente com os negócios da entidade, podendo ser, os clientes, os fornecedores, os parceiros, os órgãos governamentais, os colaboradores (funcionários), os acionistas e representantes da empresa, também conhecidos como "stakeholders".



Fonte: