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1 de janeiro de 2013
25 de dezembro de 2012
15 de novembro de 2012
15 de Novembro dia da Proclamação da República
Por Rainer Sousa
Mestre em História
A proclamação do regime republicano
brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de
novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos
sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse
quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.
Mesmo buscando uma posição política
conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes
dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos
maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os intelectuais, militares e
os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial
dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.
Por um lado, os fazendeiros da
oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no
máximo, admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. De outro, os
cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada
no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou
presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.
Os abolicionistas, que associavam a
escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico
junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as idéias republicanas ganham
espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco
de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade.
A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro
II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a abrupta aprovação da Lei
Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um
regime incapaz de atender os seus interesses.
A Igreja, setor de grande
influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam
o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom
Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada
ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o
poder de nomear padres bispos e cardeais.
Em 1864, o Vaticano resolveu
proibir a existência de párocos ligados à maçonaria. Valendo-se do regime do
padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou
aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições
dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e
infiel ao cristianismo.
Ao mesmo tempo, alguns representantes
do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a
vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens
de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. As instituições
militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista,
que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta
forma, os oficiais – que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder
imperial – compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser
úteis na resolução dos problemas do país.
Os militares passaram a se opor
ferrenhamente a Dom Pedro II, chegando a repudiar ordens imperiais e realizar
críticas ao governo nos meios de comunicação. Em 1873, foram criados o Partido
Republicano e o Partido Republicano Paulista. Aproximando-se dos militares
insatisfeitos, os republicanos organizaram o golpe de Estado contra a
monarquia.
Nos fins de 1889, sob fortes
suspeitas que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da
Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais
e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano
José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/proclamacao-republica.htm
Postado por
Unknown
22 de setembro de 2012
7 de setembro de 2012
25 de abril de 2012
Dia do Contabilista
25 de abril: Dia do Contabilista. Saiba como surgiu essa data
"Trabalhemos, pois, bem
unidos, tão convencidos de nosso triunfo, que desde já consideramos 25 de abril
o Dia do Contabilista Brasileiro".
Com esta frase, dita no meio de
um discurso de agradecimento a uma homenagem que recebia da Classe Contábil, o
Senador e Patrono dos Contabilistas, João Lyra, instituiu o Dia do
Contabilista, prontamente adotado pela classe contábil e, atualmente,
oficializado em grande número de municípios. Era o ano de 1926.
Em dezembro do ano anterior, João
Lyra havia sido eleito Presidente do Conselho Perpétuo dos Contabilistas
Brasileiros e, em toda a sua vida parlamentar, propôs e fez aprovar várias leis
em benefício da profissão contábil.
Em seu discurso de agradecimento,
Lyra homenageou outro grande contabilista, Carlos de Carvalho: "Quando, em
1916, justifiquei, no Senado Federal, a conveniência de se regularizar o
exercício de nossa profissão, acentuada a merecida e geral confiança que
adviria do abono da classe, por seus mais circunspectos representantes, à
capacidade moral e técnica dos contadores, foi o grande e saudoso mestre paulista
uma autoridade sem equivalente no Brasil, como bem disse o sr. Amadeu Amaral,
quem me endereçou os primeiros e os mais desvanecedores protestos de apoio e de
solidariedade".
O Dia do Contabilista foi
oficialmente instituído pela Lei Estadual nº 1989, em 23 de maio de 1979.
Conheça um pouco sobre o criador do Dia do Contabilista e patrono da
Classe Contábil
O criador do Dia do Contabilista,
João de Lyra Tavares, nasceu em 23 de novembro de 1871, na cidade de Goiana/PE,
e faleceu em 30 de dezembro de 1930.
Foi guarda-livros, chefe de
escritório e da firma em que trabalhava. Como comerciante, teve uma atuação
destacada em
Pernambuco. Fundou em seu Estado, uma Associação de Guarda-Livros
e foi membro da Associação Comercial do Recife.
Atuou na política, foi
historiador e economista, autor de obras didáticas e estudioso de geografia. Em
1914, a
convite do então ministro Rivadávia Corrêa, esteve, pela primeira vez, na
cidade do Rio de Janeiro, na época capital da República, onde tomou parte da
Comissão escolhida para estudar a reorganização da Contabilidade do Tesouro
Nacional.
No ano seguinte, João de Lyra
Tavares foi eleito Senador pelo Rio Grande do Norte, cargo que ocupou até o fim
de sua vida. No Senado, foi membro eminente da Comissão de Finanças e sempre
ressaltou os benefícios que a sociedade brasileira teria com o reconhecimento
de uma classe de contadores públicos.
Em 1926, no almoço feito em sua
homenagem pelas Entidades Contábeis Paulistas, João de Lyra Tavares foi
aclamado Presidente do Supremo Conselho da Classe dos Contabilistas
Brasileiros. Na ocasião, fez um discurso defendendo a criação do Registro Geral
dos Contabilistas Brasileiros, marco decisivo para o processo de organização
dos Contabilistas em bases profissionais, que culminou com a criação do sistema
CFC/CRC's, ocorrida 20 anos depois.
Postado por
Unknown
1 de janeiro de 2012
25 de dezembro de 2011
15 de outubro de 2011
12 de outubro de 2011
14 de agosto de 2011
25 de abril de 2011
25 de Abril - Dia do Contabilista
Parabéns a todos que exercem essa função!
O Dia do Contabilista foi instituído sob a inspiração do Senador João Lyra, em 25 de abril de 1926, ocasião em que proferiu discurso que enalteceu a Classe Contábil Brasileira destacando a importância e responsabilidade que esse profissional exerce perante a sociedade
Diante de sua imensa inserção social e para a sintonia entre a sua grandeza e o seu exercício no dia a dia, o contabilista deve manter-se sempre atento aos bons procedimentos éticos, sobretudo no que se refere à honestidade, dignidade e liberdade profissional.
Diferença entre Contabilista, Contador e Técnico em Contabilidade
Muitos não sabem diferenciar esses gêneros da profissão contábil, mas na verdade, contabilista é sinônimo de contabilidade, abrangendo o campo de atuação dos contadores e dos técnicos em contabilidade.
O contador é um profissional universitário que exerce funções técnicas e acadêmicas da contabilidade, que cursou Ciências Contábeis. Já o Técnico em Contabilidade é o sucessor do antigo guarda-livros, profissional formado pelos cursos profissionalizantes das Escolas Técnicas do Comércio, curso de nível médio, executando a função técnica da contabilidade.
Fonte:
http://www.unice.br/index.php?option=com_content&view=article&id=197:25-de-abril-dia-do-contabilista&catid=57:noiticas&Itemid=102
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Unknown
8 de março de 2011
8 de Março dia Internacional da Mulher
O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.
Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.
MULHER CONTABILISTA
As mulheres tem se destacado nas últimas décadas pela atuação cada vez mais freqüente na vida social, política e nas entidades de classe. Na Contabilidade passaram de 4,3%, em 1950, para 31,7%, em 1990, e, atualmente, representam 37% num universo de 417 mil profissionais em todo o Brasil. Em São Paulo, o estado mais desenvolvido do País, não é diferente. A significativa representação feminina na Contabilidade é comprovada com a presença de 39 mil mulheres na categoria de um total de 117 mil profissionais.
Fonte: http://www.crcsp.org.br/portal_novo/hotsite/mulher_contabilista/home.htm
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Unknown
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