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3 de maio de 2012

Ajustes na Contabilidade Tradicional para uma Contabilidade Baseada em Valor



por Elizabete Marinho Serra Negra

Importantes avanços estão sendo constatados na forma de atuação das empresas. A moderna gestão de empresas descarta a postura convencional da busca pela medição do lucro e rentabilidade e cede espaço a uma gestão voltada à riqueza dos acionistas.
O crescimento da competitividade costuma, ainda, exigir vultosos investimentos para ganhos adicionais de market share, avaliados muitas vezes como de difícil recuperação econômica. Criar valor aos acionistas demanda estratégias financeiras e novas medidas do sucesso empresarial, voltadas a agregar riqueza aos seus proprietários.
Diante disso, exige-se da contabilidade uma atuação mais destacada e sofisticada, visando cobrir as necessidades de informações dos vários agentes de mercado, dentro de um ambiente da moderna gestão das empresas. Os objetivos do estudo são:
(i) constatar a importância da contabilidade na moderna administração empresarial;
(ii) sensibilizar o pesquisador e profissional contábil da premente necessidade de modernização do sistema contábil;
(iii) apresentar os fundamentos de um modelo de gestão baseada no valor, comparativamente aos procedimentos tradicionais de administração focada nos lucros; e
(iv) constatar a relevância da informação contábil sob a ótica da essência econômica, com a elaboração e aplicação de um exemplo contábil baseado em valor.

Fonte: 

18 de setembro de 2011

De volta para o Futuro: Óbito Presumido e outros Mitos que habitam o Castelo da Contabilidade



por: Dr. Sérgio de Iudicibus,
Alexsandro Broedel Lopes


É tão comumente aceito que a informação contábil fornece somente um guia para o passado que praticamente nenhum debate acadêmico tem sido conduzido sobre o assunto.

O surgimento de empresas virtuais – e-companies – e outras empresas baseadas em ativos intangíveis contribui em muito para essa visão, como atesta B. Lev argumentando que os demonstrativos contábeis fundados no princípio histórico  como base de valor não retratam mais a realidade dessas empresas da chamada “nova economia”.
Esse e outros autores argumentam que os direcionadores de valor econômico mudaram deixando o tradicional modelo de partidas dobradas, incapaz de retratar essa nova realidade, obsoleto.

Poucos são os autores, como Iudícibus e Carvalho, que defendem que a contabilidade deve ocupar um papel mais nobre nesse cenário, por intermédio da chamada “subjetividade responsável”.

Outra linha de críticas duras refere-se à manipulação dos números contábeis, especialmente o lucro, visando ao atendimento de demandas variadas, normalmente advindas de analistas de mercado e de acionistas.Dentro desse cenário, não se espera que a contabilidade tenha alguma relação com a realidade econômica.


Fonte:
http://www.cgg-amg.unb.br/index.php/contabil/article/view/206/pdf_55

13 de junho de 2011

Patrimônio de Afetação: O Papel do Administrador e do Profissional Contábil neste cenário para as empresas incorporadoras do ramo da Construção Civil.



     O denominado “patrimônio de afetação” diz respeito à um ordenamento contábil que pode ser chamado de contabilidade divisional. A Contabilidade, como um sistema de informação, deve propiciar aos seus usuários uma verificação transparente, segura e analítica, de tal forma que as decisões a serem tomadas tenham a devida consistência.

     O patrimônio de afetação, nos termos da Lei 10.931/04, constitui-se um elemento de alta relevância para a contabilidade das empresas do ramo da construção civil, por se tratar de um instrumento jurídico que determina a segregação das contas contábeis para cada empreendimento, não se permitindo trânsito de recursos monetários ou não monetários entre outros empreendimentos, ainda que pertencentes à mesma empresa incorporadora.      Destarte, o papel da contabilidade é de grande relevância em manter tais controles permanentemente atualizados e, quanto mais possível for, informados analiticamente aos seus usuários.


Fonte: http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=15&ved=0CDsQFjAEOAo&url=http%3A%2F%2Fwww.administradores.com.br%2Finforme-se%2Fproducao-academica%2Fpatrimonio-de-afetacao-o-papel-do-administrador-e-do-contador-neste-cenario-para-as-empresas-incorporadoras-no-ramo-da-construcao-civil%2F2154%2Fdownload%2F&ei=wiuBTaf_NY_4gAfksfGeCA&usg=AFQjCNEdAqXBjx-boKlvh8iVcX1H9FqjFA&sig2=ubni7RL_fpL7XpLX63v7JQ

5 de abril de 2011

Manual de Autenticação de Livros Digitais - SPED Contábil - Escrituração Contábil Digital - ECD



por:  Nilvaldo Cledo.
Fábio Rodrigues de Oliveira.

A mudança é uma tônica na História da humanidade e, sem dúvida, pode ser considerada o motor das civilizações. A partir da Revolução Industrial, o mundo moderno apressou o passo, ganhou asas, ultrapassou a barreira do som. Desde então, as mudanças de escala e de paradigmas passaram a ser movidas por inventos tão diversos e sofisticados como computadores, jatos, reatores atômicos e aceleradores de partículas. No âmbito das comunicações, do satélite à fibra ótica, uma larga rede cobre hoje todo o planeta. Bits e bytes viajam a velocidade da Luz. A Internet, na sua simultaneidade global, que o diga.

Em todos os campos do conhecimento técnico-científico, já é rotina o fato de novas descobertas tornarem obsoletos os “avanços” anteriores, em intervalos de tempo cada vez menores. No universo da Contabilidade não seria diferente. A substituição da carta pelo e-mail; da papelada pelo banco de dados; a passagem da era do papel para a digital e outras conquistas do gênero são exemplos dos saltos tecnológicos que os contabilistas precisaram dar, nos últimos anos, para permanecerem na pista dessa corrida de obstáculos, sem CHEGADA à vista!

A economia globalizada, com a sua concorrência onipresente, pune as empresas não adaptadas, simplesmente ‘deletando-as’ do mercado. Até o tradicional Serviço Público que sempre marcou o seu próprio passo, já agora se dinamiza a olhos vistos, seguindo o rastro de modernidade do FISCO.

O Sistema Público de Escrituração Digital – SPED foi concebido, nasceu e atingiu a maioridade em menos de cinco anos. A Escrituração Contábil Digital – ECD chegou. A Nota Fiscal Eletrônica já está à porta da empresa e em todas as ‘cancelas’ fiscais!

Este manual trata, portanto, de como tornar palatáveis – até por serem inevitáveis – a recepção e o acatamento dessas novidades. Cuida da desmaterialização dos livros em papel, como o Diário e o Razão.

Da conta das dificuldades encontradas pelos autenticadores dos Livros (funcionários de carreira das Juntas Comerciais), que tiveram de abandonar as chancelas e carimbos. E, em tempo recorde, dominar a tecnologia da assinatura eletrônica e dos Certificados Digitais.

Ao lê-lo, o leitor compreenderá, certamente, de forma agradável e fundamentada, a dinâmica de mudança que envolve a todos nós, quer sejamos contabilistas, contribuintes, gestores públicos ou técnicos.

Encontrará, ainda, instruções práticas sobre a operacionalização desses serviços – por enquanto complicados – que logo serão encarados com naturalidade. Se um conselho nos é permitido dar, a leitura deve ser feita tendo em mente que HOJE, para além de saber aplicar a tecnologia de ponta, o interesse profissional maior deve estar no aprender a aprender. E em continuar sempre aprendendo.

Fonte:
http://www.robertodiasduarte.com.br/files/Manual%20de%20Autentica%C3%A7%C3%A3o%20dos%20Livros%20Digitais%20formatando%20-%20Vers%C3%A3o%202.pdf