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29 de outubro de 2013

Proposições ao Ensino da Perícia Contábil no Distrito Federal




por Idalberto José das Neves Júnior, 
Silvana Alves da Silva



Tendo em vista o caráter técnico e legal de que é dotada a atividade pericial, o graduando deve buscar a capacitação técnica, hábil e de conhecimento específico para emitir laudos e pareceres contábeis com maior grau de confiabilidade, fidedignidade e qualidade, que irão auxiliar na instância decisória judicial ou extrajudicial. A busca dessa conquista começa através de uma Instituição de Ensino Superior, que fornecerá o conhecimento, as habilidades e as atitudes necessárias, transformando o discente em um competente profissional. Com base neste contexto, o objetivo principal do presente trabalho consistiu em avaliar o ensino da perícia contábil no Distrito Federal sob a ótica dos professores de Perícia Contábil das Instituições de Ensino Superior deste Distrito, visando a construção de proposta de ensino para a capacitação discente. O trabalho foi desenvolvido por meio de pesquisa de campo a partir de questionário de pesquisa junto as Instituições de Ensino Superior do Distrito Federal o que totalizou 11 professores de perícia contábil.
Esta pesquisa permitiu verificar que há necessidade da educação continuada para a melhoria da qualificação profissional dos futuros peritos contadores e necessidade de melhoria nas técnicas de ensino de perícia contábil.



Fonte: http://www.congressousp.fipecafi.org/artigos72007/53.pdf

26 de outubro de 2013

Análise das Condições de Ensino de Perícia Contábil em Cursos de Ciências Contábeis na Grande São Paulo



por Dr. Ms. Ivam Ricardo Peleias, 
Dr. Martinho Maurício Gomes de Ornelas,  
Prof. Ms. Marcelo Rabelo Henrique, 
Profª. Elionor Farah Jreige Weffort

A Perícia Contábil é uma opção profissional para os Contadores. A Resolução CNE/CES No. 10/2004 determinou que os cursos de Ciências Contábeis devem formar profissionais aptos a

interagir com o contexto atual, o que requer boas condições de ensino e professores qualificados nas disciplinas e conteúdos, inclusive Perícia Contábil. O objetivo desta pesquisa foi identificar e analisar as condições de ensino de Perícia Contábil em cursos de Ciências Contábeis na grande São Paulo. Foram analisados os planos de ensino da disciplina em dois grupos de cursos: o primeiro. com 7 dos 10 melhores classificados pelo ENADE de 2006, e o segundo com 10 cursos escolhidos por acessibilidade. A pesquisa é descritiva, apoiada por investigação bibliográfica e documental, e análise de conteúdo para avaliação dos planos de ensino obtidos. A revisão da literatura revelou a evolução histórica no ensino de Perícia Contábil no Brasil, refletida na legislação nacional sobre o ensino Comercial e da Contabilidade, e que na América do Norte o estímulo para a oferta de conteúdos vem da sociedade e do mercado de trabalho, ao contrário do Brasil, cujo comando é a legislação. Os resultados obtidos com a análise dos planos de ensino indicam que o grupo das IES melhor classificadas no ENADE possui melhores condições de ensino para a disciplina Perícia Contábil. Constatou-se, para este grupo, maiores preocupações e cuidados em relação a: estratificação dos grupos de conteúdos oferecidos, completude dos planos de ensino, variação nas estratégias de ensino, ênfase em determinados grupos de conteúdos e variedade nos critérios de avaliação.

Fonte: http://www.anpcont.com.br/site/docs/congressoIII/03/266.pdf

15 de janeiro de 2013

Proposições ao Ensino da Perícia Contábil no Distrito Federal


por Idalberto José das Neves Júnior, 
Silvana Alves da Silva


Tendo em vista o caráter técnico e legal de que é dotada a atívidade pericial, o graduando deve buscar a capacitacào técnica, hábil e de conhecimento específico para emitir laudos e pareceres contábeís com maior grau de confiabilídade, fidedignidade e qualidade, que irão auxiliar na instância decisória judicial ou extrajudicial. A busca dessa conquista começa através de uma Instituição de Ensino Superior, que fornecerá o conhecimento, as habilidades e as atitudes necessárias, transformando o discente em um competente profissional. Com base neste contexto, o objetivo principal do presente trabalho consistiu em avaliar o ensino da perícia contábil no Distrito Federal sob a ótíca dos professores de Perícia Contábil das Instituições de Ensino Superior deste Distrito, visando a construção de proposta de ensino para a capacitacão discente. O trabalho foi desenvolvido por meio de pesquisa de campo a partir de questionário de pesquisa junto as Instituições de Ensino Superior do Distrito Federal o que totalizou 11 professores de perícia contábil. Esta pesquisa permitiu verificar que há necessidade da educação continuada para a melhoria da qualificação profissional dos futuros peritos contadores e necessidade de melhoria nas técnicas de ensino de perícia contábil.


Fonte: http://www.congressousp.fipecafi.org/artigos72007/53.pdf

13 de janeiro de 2013

Análise das Condições de Ensino de Perícia Contábil em Cursos de Ciências Contábeis na Grande São Paulo



por Dr. Ms. Ivam Ricardo Peleias, 
Dr. Martinho Maurício Gomes de Ornelas,  
Prof. Ms. Marcelo Rabelo Henrique, 
Profª. Elionor Farah Jreige Weffort


A Perícia Contábil é uma opção profissional para os Contadores. A Resolução CNE/CES No. 10/2004 determinou que os cursos de Ciências Contábeis devem formar profissionais aptos a interagir com o contexto atual, o que requer boas condições de ensino e professores qualificados nas disciplinas e conteúdos, inclusive Perícia Contábil. O objetivo desta pesquisa foi identificar e analisar as condições de ensino de Perícia Contábil em cursos de Ciências Contábeis na grande São Paulo. Foram analisados os planos de ensino da disciplina em dois grupos de cursos: o primeiro. com 7 dos 10 melhores classificados pelo ENADE de 2006, e o segundo com 10 cursos escolhidos por acessibilidade. A pesquisa é descritiva, apoiada por investigação bibliográfica e documental, e análise de conteúdo para avaliação dos planos de ensino obtidos. A revisão da literatura revelou a evolução histórica no ensino de Perícia Contábil no Brasil, refletida na legislação nacional sobre o ensino Comercial e da Contabilidade, e que na América do Norte o estímulo para a oferta de conteúdos vem da
sociedade e do mercado de trabalho, ao contrário do Brasil, cujo comando é a legislação. Os resultados obtidos com a análise dos planos de ensino indicam que o grupo das IES melhor classificadas no ENADE possui melhores condições de ensino para a disciplina Perícia Contábil. Constatou-se, para este grupo, maiores preocupações e cuidados em relação a: estratificação dos grupos de conteúdos oferecidos, completude dos planos de ensino, variação nas estratégias de ensino, ênfase em determinados grupos de conteúdos e variedade nos critérios de avaliação.



Fonte: http://www.anpcont.com.br/site/docs/congressoIII/03/266.pdf

5 de dezembro de 2012

Proposta nacional de conteúdo para o curso de graduação em Ciências Contábeis



por Juarez Domingues Carneiro, 
Ana Tércia Lopes Rodrigues, 
Maria Clara Cavalcante Bugarim,  
Marisa Luciana Schwabe de Morais,  
José Antonio de França, 
José Joaquim Boarin


O mundo atual passa por uma série de transformações. De fato, nesta primeira década do século XXI, estamos tendo um ponto de inflexão entre a era da certeza e do raciocínio lógico e uma nova era caracterizada pela imprecisão, pelo futuro desconhecido e pela incerteza  no mundo dos negócios. Para que as empresas possam se preparar para enfrentar essa nova realidade, é preciso, num primeiro momento, compreender melhor o que está acontecendo. O entendimento do funcionamento do mundo dos negócios, em todos os seus aspectos, é necessário para a tomada de decisões bem-sucedidas. Os fatores ambientais, como as forças competitivas, regulamentos, legislação e tendências socioeconômicas, constituem um ponto de partida para decidir como organizar e gerenciar os fatores internos de uma empresa, como recursos humanos, infraestrutura, estrutura organizacional e definição de estratégias.
Essas mudanças, no mundo dos negócios, vêm acontecendo, de maneira mais visível, desde o final da década de 1980 e, hoje, pode-se perceber uma série de evidências empíricas irrefutáveis. A globalização, por exemplo, trouxe para o dia-a-dia das empresas a abertura de mercados e a dura realidade da concorrência global. As inovações tecnológicas revolucionaram todas as áreas, mas, sem dúvida, os maiores avanços se deram na área das telecomunicações, principalmente no que diz respeito às tecnologias de informação e de comunicação.
Os avanços nesta área imprimiram mudanças consideráveis no mundo dos negócios. A noção tradicional de tempo e espaço foi ultrapassada, de maneira tal que hoje, em segundos, grandes distâncias podem ser eliminadas.
Essas transformações são tão profundas que se pode afirmar que o capital intelectual baseado, sobretudo, no conhecimento, é hoje mais importante que os ativos tangíveis, com os quais os profissionais de contabilidade estão familiarizados (propriedade, fábricas, equipamento, dinheiro, etc.). O capital intelectual é intangível. Este novo “ativo” tem uma particularidade muito interessante: se antes o capital era guardado para aumentar a riqueza de seu proprietário, hoje ele deve ser compartilhado, porque o  conhecimento compartilhado cresce, enquanto o conhecimento não utilizado se torna obsoleto e perde seu valor. Isso não significa que o objetivo primeiro das empresas mudou. A obtenção de lucros e a maximização do capital continuam sendo a razão de existir das empresas, ou pelo menos da maioria.


20 de novembro de 2011

O Ensino de Teoria da Contabilidade no Brasil



por Célia Oliveira de Jesus Sacramento.

 
Com o advento da Resolução rr 003 do Conselho Federal de Educação de 1992, de 5 de outubro de 1992, que trata do mínimo de conteúdo e duração do curso de graduação em Ciências Contábeis, foi inserida entre outras, a disciplina Teoria da Contabilidade.

A inclusão dessa disciplina no curso de graduação em Ciências Contábeis visa, segundo a referida resolução, estimular a aquisição integrada de conhecimentos teóricos e práticos, que permitam ao graduado o competente exercício da sua profissão.

Para o professor ludícibus (1997, p.22) "é importante entender bem o que é teoria, bem como seus vários enfoques e metodologias, a fim de os contadores poderem dar respostas ou interpretações satisfatórias para uma série de novos fenômenos que estão a desafiar nossa profissão."

A obrigatoriedade dos conhecimentos teóricos contábeis foi imposta nos cursos de Ciências Contábeis pela referida resolução, mas será que os professores que ministram a disciplina têm conhecimento do que seja Teoria da Contabilidade? Qual a sua importância? Qual o semestre ou ano que ela deve ser oferecida? e Qual o seu conteúdo programático?

Se os responsáveis pela adequação curricular, ou os professores que lecionam a disciplina Teoria da Contabilidade, não fizeram um estudo para conhecer o que é Teoria da Contabilidade, sua importância na graduação, ano ou semestre a ser oferecida, o objetivo de ter contadores, dando  respostas ou interpretações satisfatórias, nos desafios profissionais, e de formar profissionais com fundamentos científicos da Contabilidade não será atingido.
Os objetivos desse artigo são:

• apresentar problemas relacionados ao ensino de Teoria da Contabilidade nos cursos de
graduação das faculdades de Ciências Contábeis; e
• apresentar uma visão da teoria contábil sob o enfoque do método indutivo, fazendo uma análise dessas questões face as determinações da Resolução n^ 003/92 do Ministério da Educação.

A investigação e do tipo exploratória, pois o objeto em estudo (O Ensino da Teoria da Contabilidade no Brasil, nos cursos de graduação em Ciências Contábeis ) é desconhecido.

Ao conceituar o universo da pesquisa. Lakatos (1990, p. 108) diz o seguinte: "O universo ou população é o conjunto de seres animados ou inanimados que apresentam pelo menos uma característica em comum. Sendo N o número total de elementos do universo ou população, o mesmo pode ser representado pela letra latina maiúscula X. tal que Xn = X1;X2;X3       Xn."

A pesquisa tem como universo as Faculdades de Ciências Contábeis do Brasil.

Ao conceituar a palavra amostra, a mesma autora. Lakatos (1990, idem) deu a seguinte definição: "O conceito da amostra é que a mesma constitui uma porção ou parcela, convenientemente selecionada do universo. Sendo n o número de elementos da amostra, a mesma pode ser representada pela letra minúscula x. tal que xn = x1; x2; x3...; xn<xn e n< ou = n.

A amostra abrange dezenove faculdades públicas do Brasil. Até o advento da Lei n°9.394/96 das Diretrizes e Bases da Educação; apenas as universidades públicas tinham como norma encaminhar e incentivar os professores a fazerem cursos de pós-graduação. Segundo dados da Secretária de Educação Superior, até 1996 existiam 332 (trezentos e trinta e dois) cursos de graduação em Ciências Contábeis, mas somente nos cursos de pós-graduação em Ciências Contábeis (Mestrado ou Doutorado) era oferecida a disciplina Teoria da Contabilidade. Logo a delimitação é representativa, pois a cancã professores que tiveram oportunidade de fazer pós-graduação.


Fonte: http://www.eac.fea.usp.br/cadernos/completos/cad18/O_ensino.pdf

30 de outubro de 2011

As Novas Tecnologias na Educação do Ensino Superior


por Ronaldo de Castro

O tema desta pesquisa: As Novas Tecnologias na Educação do Ensino Superior, pretende apresentar as novas tecnologias que estão sendo inseridas na educação do ensino superior, as novas ferramentas de ensino e suas contribuições para o desenvolvimento do campo do conhecimento acadêmico, sendo que a arte da educação, destacando a do Brasil, esta cheia de inovações e transformações que trazem mudanças significativas e positivas no ensino Brasileiro.

Hoje temos uma necessidade ainda mais intensa da educação continuada dos docentes, e a formação inicial dos mesmos requer cuidados especiais, visando uma melhora significativa em salas de aula.

Entretanto, vale apena destacar que há alguns anos atrás, falar de ensino on-line, ou a distância, em nível superior, usando um computador, era uma iguaria para poucos, bem poucos; hoje a difusão dessas tecnologias, o baixo custo dos microcomputadores, a inclusão digital, tem tornado essas novas tendências acessíveis às classes C e D da sociedade Brasileira, onde pode ser destacado o baixo custo para o estudante/ universidade, visto que não é necessário disposição de sala de aula e ou professores presenciais, podendo quase tudo ser resolvido on-line, sendo que as principais avaliações devem ser realizadas “In Loco”. Não é possível descartar o “In Loco”, mas o virtual pode auxiliar a otimizar o presencial quando da realização deste.

Mas quais as ferramentas disponíveis hoje nas novas tecnologias, para a Educação? Como poderão ser utilizadas de forma eficaz e customizadas, para evitar que excluam ao invés de incluir os aspirantes à educação superior desse universo vasto?

Como tornar viável a aplicação dessas novas tecnologias nas universidades que atendem às classes C e D e não apenas nas que atendem as Classes A e B?

O objetivo desta pesquisa é demonstrar que o uso das novas tecnologias na Docência Superior proporciona o desenvolvimento dos alunos e dos professores. A soma dessas duas metodologias, tradicional e tecnológica de ensino, vem preenchendo a lacuna que causa a distância entre o Mestre e o Aprendiz, contribuindo para a construção continua do conhecimento.

A presente pesquisa, está baseada em consulta bibliográfica e busca esclarecer as mudanças que as Novas Tecnologias ocasionaram na Educação do Ensino Superior, suas contribuições e inovações para a formação continuada do corpo Docente e seus reflexos na sala de aula e as contribuições da educação à distância em todo território nacional.


Fonte: http://issuu.com/ronaldo.de.castro/docs/000032_-_as_novas_tecnologias_na_educa__o_do_ensin?mode=window&viewMode=singlePage