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8 de agosto de 2012

Objetivos e usuários em contabilidade: a informação contábil e a sofisticação do usuário na tomada de decisão



por Léo Raifur, 
Esmael Almeida Machado, 
Rafael Borges Morch, 
Daniel Ramos

Os objetivos da contabilidade preconizam a necessidade de se produzir informações úteis para a tomada de decisões de seus usuários.  Este artigo parte do pressuposto da informação em seus atributos qualitativos como ponto de partida para estabelecer a inter-relação entre os objetivos e os usuários da contabilidade.
Usuários diferenciados, com necessidades especializadas, têm trazido à tona discussões acerca dos objetivos da contabilidade a partir de seu escopo teórico. Embora a informação contábil seja objetiva e verificável, seu modelo atual tem levantado críticas quanto a sua eficácia no processo de tomada de decisão.
Visando elucidar esse assunto foram pesquisados autores de teoria da contabilidade, órgãos e entidades oficiais e literaturas relacionadas, de forma a  contextualizar os vários entendimentos, reflexões e correntes aos objetivos da contabilidade e seus usuários.
As considerações e conclusões estabelecem a informação como o núcleo que interliga os objetivos da contabilidade a seus usuários e tece algumas reflexões sobre os padrões e o arcabouço normativo-legal da prática contábil e as necessidades de seus usuários, apoiando a solução do problema em três pontos principais: o escopo teórico da contabilidade; o grau de sofisticação do usuário e as condições de tomada de decisão

6 de março de 2012

A Contabilidade Decisorial em seu Segundo Estágio - 2ª Parte



por José Luiz Bicudo Paranhos


Na primeira parte deste artigo, publicado na RAE, vol. 10, nº 1 de março de 1970, sob o mesmo título, focalizamos alguns aspectos gerais do Planejamento Geral das Atividades, e tecemos comentários sobre suas partes componentes e sobre os critérios utilizados para sua elaboração e divulgação. Tentamos mostrar como os conceitos da Contabilidade Decisorial, empregados no seu primeiro estágio (RAE vol. 9, n.? 1, março de 1969, p. 72-89), podem nos auxiliar nesta tarefa e como o fato de planejar o desenvolvimento da empresa enriquece o sistema, permitindo não só uma integração de informações, mas também e, principalmente, uma integração da própria ação administrativa.
Dois pontos importantes queremos comentar nesta segunda parte. O primeiro diz respeito ao controle do cumprimento do P.G.A., às aferições de desempenho e à definição de responsabilidade sobre os desvios verificados em relação ao Plano. O segundo mostra como se pode simplificar o P.G.A., em diversos graus de aproximação, de modo a ser exeqüível sua utilização em empresas que não atingiram ainda o grau de organização necessário para a elaboração de planos mais sofisticados.
Antes, porém, a título de recordação, daremos uma síntese rápida dos principais pontos abordados na 1.a parte deste artigo.

 Fonte: http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/10.1590_S0034-75901970000200005.pdf

5 de março de 2012

A Contabilidade Decisorial em seu Segundo Estágio - 1º Parte


por José Luiz Bicudo Paranhos

Em artigo precedente, publicado na RAE de março de 1969, Vol. 9, n.? 1, sob o título: Contabilidade Decisorial - Um sistema integrado de informações para diretores e gerentes, procuramos dar uma idéia dos conceitos básicos utilizados pela Contabilidade Decisorial (CD) , suas principais características e das vantagens que se pode obter com a adoção do sistema.
Detivemo-nos, no que chamamos um primeiro estágio da CD, que aborda seu aspecto de controle, entendido como sendo a coleta, registro e apresentação das formações econômico-financeiras dos períodos passados.
Pretendemos, agora, mostrar como o sistema é enriquecido e cresce em utilidade para o administrador, quando aplicado no estudo dos períodos futuros, ou seja, quando se acrescentam àqueles conceitos e características do primeiro estágio, os princípios e técnicas do planejamento geral das atividades da empresa,
A separação da Contabilidade Decisorial (CD) em dois estágios não é uma imposição do sistema. Pode-se muito bem implantar a CD numa empresa já no seu segundo estágio, como, aliás, prevê o sistema na sua forma original (Profitability Accouting). O grau de desenvolvimento de nossas sociedades foi o que nos levou a fazer esta separação.
Assim procedendo: a) mesmo as empresas que não têm condições (de estrutura, de organização e mesmo humanas) para prever o seu desenvolvimento, já poderão se beneficiar de grande parte das vantagens do sistema: b) criam-se condições para que os dirigentes da empresa se familiarizem bem com os conceitos do sistema antes de usá-los para planejar suas atividades; c) pode a empresa acumular dados que irão servir para a elaboração dos planos futuros.
Neste ponto é preciso deixar claro que o primeiro estágio deve ser encarado como uma transição, como uma plataforma de apoio, para o planejamento do desenvolvimento da empresa, que caracteriza o seu segundo estágio.


 Fonte: http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/10.1590_S0034-75901970000100008.pdf

3 de março de 2012

Contabilidade Decisorial - A decisão de produção


por José Wagner Morais de Paiva, 
Rui Américo Mathiasi Horta



O artigo descreve as funções da Produção dentro do contexto organizacional, identificando as decisões que são normalmente tomadas, contribuindo para a consecução dos objetivos empresariais e justificando a sua existência na organização.
A contabilidade é evidenciada como um sistema de informações de apoio às decisões com o auxílio de ferramentas quantitativas e um modelo de mensuração baseado no resultado econômico das áreas de responsabilidade.
Os produtos finais das organizações são obtidos através de diversas operações internas complexas, realizadas em unidades administrativas e operacionais ou atividades do sistema organizacional.
Segundo Bernardes (1988, p. 121), nas organizações, a maioria das atividades têm as características das operações seqüenciais, pois não podem ser concretizadas ao mesmo tempo, e sim uma após outra. Tal fato permite a introdução de um outro tipo de hierarquia de sistemas, denominada de “hierarquização em precedências”, que significa ocorrer ou estar antes.
Este Conceito é bastante razoável e é um  dos fatores que agem nas organizações como aglutinador de funções e tarefas assemelhadas, determinando o surgimento de “funções operativas”, caracterizadas como compras, produção, vendas, finanças e recursos humanos.


Fonte: 
http://www.face.ufmg.br/revista/index.php/contabilidadevistaerevista/article/viewFile/150/146

29 de fevereiro de 2012

Usando Programação Linear na Contabilidade Decisorial



por Valcemiro Nossa, 
José Ferreira Chagas


Uma das mais nobres funções do profissional de Contabilidade é o suprimento de informações de controle para suporte a decisões econômicas.
Essa função cresce ainda mais em importância à medida que, neste final de século, são aceleradas as mudanças no meio ambiente empresarial, decorrentes, em sua maioria, do avanço tecnológico e da nova configuração da economia internacional, marcada pela maior desregulamentação, exposição a riscos, agilidade e competitividade dos mercados.
O cenário exige novas competências. Não basta uma resposta correta para uma questão complicada. Em geral, um problema exige várias soluções, todas fornecidas com informações ágeis e consistentes. Definitivamente não há mais lugar para a improvisação e para decisões intuitivas.
Tornou-se imprescindível para os contadores a utilização de métodos quantitativos na prestação de soluções para os problemas do dia-a-dia das empresas e instituições. Uma das ferramentas com maior potencial de uso é a programação linear.
Este artigo procura demonstrar quão útil, eficiente e indispensável tornou-se essa técnica para os profissionais contábeis, notadamente com o surgimento das planilhas eletrônicas, as quais propiciam amplas facilidades para o manuseio dessa e de outras técnicas matemáticas e estatísticas.
A interpretação dos resultados da aplicação da programação linear em questões do cotidiano empresarial e institucional é um dos aspectos mais enriquecedores da formação do contador. Nos últimos anos, felizmente, os microcomputadores e as planilhas eletrônicas tornaram-se os grandes parceiros dos profissionais, pois agregaram rapidez, eficiência e eficácia no emprego dessa ferramenta, conforme será mostrado neste trabalho.
Os aspectos conceituais mais relevantes da programação linear serão mostrados no primeiro tópico do artigo. A seguir, os autores procuram ressaltar a praticidade da operacionalização da técnica, especialmente quando se usa uma planilha eletrônica1. Será desenvolvido um exemplo aplicativo, com o uso do recurso “SOLVER” disponível na planilha Microsoft Excel para Windows 952, versão 7.03. Após a evidenciação de como determinar e interpretar as informações fornecidas, os autores manifestam suas conclusões sobre o tema.


Fonte: 
http://www.fucape.br/_admin/upload/centro_pesquisa/1997-Programa%C3%A7%C3%A3oLinear.pdf

26 de fevereiro de 2012

Contabilidade Decisorial na área de finanças


por (junto com) Ricardo Lopes Cardoso


A área financeira assume um papel cada vez mais importante dentro da organização, como tomadora de decisão e medidora de desempenho. Tem por escopo uma maior integração dos objetivos de todas as áreas com os objetivos dos acionistas.
Para que ela possa alcançar suas metas, há necessidade de uma mensuração do desempenho de cada setor, inclusive o seu.
Esta mensuração deve reunir os custos explícitos - como já é feito - com os custos implícitos. Além de um controle sobre os recursos que estão sendo aplicados, e de que maneira os departamentos os estão gerindo.
Visualizamos, assim, a área financeira como um departamento que assumiria a controladoria, a tesouraria e o banco interno, como funções necessárias à consecução de seus objetivos.
E como seria mensurado o desempenho do próprio setor financeiro?
Pela criação de riqueza que ele proporciona à entidade, incluindo aí os juros cobrados pelo banco interno a cada departamento sobre o montante "emprestado".
Como seria injusto cobrar de cada setor uma mesma taxa interna de juros, propomos sua diferenciação, em função do respectivo grau de risco que cada um  expõe o capital investido.
Propomos, ainda, no trabalho que segue, um mecanismo teórico para a área de finanças demonstrando, através de uma simulação, seu funcionamento.


Fonte: http://www.junecruz.com/aulas_mp3/4784476a4478316740b4086de83ebebd.pdf

11 de fevereiro de 2012

Contabilidade Decisorial


por Prof. Elias Lopes

     Explicitamente a Lei das Sociedades por Ações não faz menção à conversão de demonstrações contábeis. É de se notar, todavia, que, quando o citado diploma legal trata da avaliação de investimentos relevantes em controladas ou coligadas (artigo 248), ou quando trata da consolidação de demonstrações contábeis (artigo 249), não faz distinção quanto ao fato de a investida ser situada no Brasil ou em outro país.

     Fica dessa forma implícita a necessidade de converter as demonstrações contábeis da
investida quando esta se localiza no exterior e a investidora tem a obrigação legal de avaliar o investimento pela equivalência patrimonial ou de consolidar suas demonstrações contábeis com as de suas investidas.

     Já o pronunciamento do IBRACON que trata do tema é o "XXV – Investimentos Societários no Exterior e Critérios de Conversão de Demonstrações Contábeis de outras Moedas para Reais". O referido pronunciamento apresenta critérios que devem ser adotados no tratamento contábil de Investimentos no Exterior (quanto à adoção do método da equivalência patrimonial em coligadas ou controladas no exterior) e da Consolidação de Demonstrações Contábeis que incluam as controladas no exterior.

     Com relação à determinação da taxa de câmbio a ser utilizada no processo de conversão e o tratamento a ser dispensado aos ganhos ou perdas surgidos do processo, destacam-se como problemas principais no tocante à conversão de demonstrações contábeis


Fonte: 
http://xa.yimg.com/kq/groups/19728460/841776863/name/Microsoft+Word+-+Apostila+de+Contabilidade+Decisorial.pdf