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5 de agosto de 2011

A Contabilidade gerencial e o Processo de Comunicação entre as Empresas e Os Escritórios de Contabilidade



por Fabiane Salvador


A contabilidade tem no processo de comunicação um dos meios fundamentais ao cumprimento de seus objetivos.

Infelizmente, um bom número de escritórios de contabilidade, devido à própria estrutura jurídico-administrativa do País, ainda está voltado para o mero atendimento das obrigações fiscais da clientela. A Contabilidade deve não somente atuar como ciência de registro dos fatos administrativos como também influenciar o planejamento estratégico e dar suporte ao Marketing, a produção e a outros setores da empresa, através de seus controles contábeis e financeiros. Poucos são os que praticam o atendimento gerencial amplo, sendo exigido do profissional de contabilidade, o papel de melhorar seu nível de cultura geral e de comunicação com as empresas.

O que observamos na grande maioria das pequenas e médias empresas é que, em razão principalmente da influência fiscal, ocorrem distorções relevantes nas informações contábeis. As demonstrações contábeis tornam-se de difícil entendimento e de pouca utilidade, o que leva à contabilidade a imagem de algo que existe somente para o entendimento do fisco, ficando em segundo plano o atendimento as necessidades das empresas.


Fonte: 
http://www.humbertorosa.com.br/Coordenacao/Producao_Cientifica/Alunos/TCC_Fabiani.pdf

4 de agosto de 2011

Contabilidade Tributária (apostila)


por Profº Evanilde Drehmer Carminati


1 – Introdução ao Direito Tributário.
Segundo Oliveira et al (2003), o Direito e a Contabilidade são ciências que se complementam e caminham juntas há muito tempo, acompanhando a evolução natural da sociedade. O Direito é a ciência que disciplina as relações humanas através das normas obrigatórias, dentre elas as normas gerais do direito tributário. A contabilidade estuda, orienta, controla e registra os atos e fatos econômicos, sendo uma ferramenta para gerenciar o patrimônio de uma entidade, prestar contas entre os sócios e outros usuários, entre os quais se encontram as autoridades arrecadadoras de tributos.

No exercício de sua função, além dos princípios fundamentais de contabilidade, as normas brasileiras de contabilidade, o contador precisa obedecer a legislação tributária para a apuração correta, o registro e a arrecadação dos tributos nas diversas fases das atividades empresariais.

1.1 Conceito de Tributo
Segundo o Código Tributário Nacional, tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção por ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada (Oliveira et al, 2003).

- prestação pecuniária: o pagamento do tributo deverá ser efetuado em unidades de moeda corrente, inexistindo o pagamento in natura ou in labore, ou seja, o que é pago em bens ou em trabalho ou prestação de serviço;

- compulsória: obrigação independente da vontade do contribuinte;

- em moeda ou cujo valor se possa exprimir: os tributos são expressos em moeda corrente nacional (reais) ou por meio de indexadores (ORTN,OTN,BTN,Ufir)

- que não constitua sanção de ato ilícito: multas ou penalidades pecuniárias não se incluem no conceito de tributo, não ocorrendo o pagamento deste de infração de determinada norma ou descumprimento da lei;

- instituída em lei: só existe a obrigação de pagar o tributo se existir uma norma jurídica com força de lei que estabeleça esta obrigação;

- cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada: a autoridade não possui liberdade para escolher a melhor oportunidade de cobrar o tributo; a lei já estabelece todos os passos a serem seguidos. (CTN), (Oliveira et al, 2003).



Fonte: http://prof.unipan.br/evanilde/apostila%20contabilidade%20tributaria%20%202009.pdf

3 de agosto de 2011

Escrituração Contabil Simplificada para Micro e Pequena Empresa



por: Paulo Walter Schnorr (coordenador)
Domingos Orestes Chiomento
Marta Maria Ferreira Arakaki
Eduardo Araújo de Azevedo
Nivaldo Soares de Souza

É gratificante escrever sobre o tema Contabilidade quando, por presunção, se conclui que os leitores são profissionais éticos; que observam princípios e normas estabelecidas; que praticam com transparência e qualidade os serviços contratados. Portanto, nestes casos, a leitura é nivelada aos padrões presumidos pelo autor. O mais incentivador seria se referidos contabilistas fizessem desse mercado profissional um diferencial próprio para demonstrar competências e habilidades. Todavia, cumpre lembrar que as exposições que seguem visam alcançar todos os contabilistas, à medida que a globalização impõe o crescimento da classe profissional.

É importante conhecer e estudar Contabilidade. E, quanto mais se explora a essência e os fundamentos da Contabilidade e quanto mais se estuda sua história e evolução, mais é convincente a importância dos arqueólogos, profissionais que se preocupam em levantar ou provar a origem deste ou daquele fato, fenômeno, ocorrência, profissão, como, aliás, é o caso. Certamente, um retrospecto na arqueologia possibilita concluir o quanto são antigos a profissão de contador e o processo da escrita e o controle e a gestão empresarial por meio da contabilidade.

Sem receio quanto a equívocos, pode-se concluir que tanto o histórico quanto a evolução da Contabilidade passaram por etapas até atingir o ano de 1494. Surgiram então as primeiras normas sobre a escrituração. Muito provavelmente, preocupado com a desordem e o descontrole nas finanças ou nas informações corporativas, Frei Lucca Pacciolo apresentou e propôs o emprego do Método das Partidas Dobradas, que consiste em uma regra básica: “a cada débito corresponde a um crédito ou vice-versa”.

Assim, no ano de 1494, talvez tentando controlar, organizar, orientar e padronizar os processos administrativos, Frei Lucca Pacciolo, com autoridade, escreveu a sua “Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni ET Proportionalita e o Tratactus 11º”, que cuida da parte relativa à contabilidade, tornando-se, dessa forma, o propulsor do “método das partidas dobradas”.

Em 1840, formou-se uma corrente com os maiores discípulos daquela metodologia, no sentido de se elevar a contabilidade como ciência. Resultou do movimento o surgimento de novas escolas e doutrinas, entre elas, a doutrina contista, controlista, aziendalista, personalística e patrimonialista, todas assimiladas na formação profissional.


Fonte: http://www.cfc.org.br/uparq/livro_escrituracao_contabil.pdf

2 de agosto de 2011

Contabilidade por Fundos - Um Instrumento para aplicação em Entidades Sem Fins Lucarativos de Autogestão Patrocinada a Saúde



por Joabson de Brito Cardoso, 
Marcos Antonio da Cunha.

O objetivo do presente artigo consiste em analisar os instrumentos capazes de serem utilizados para evidenciação das informações contábeis que são geradas em uma  entidade sem fins lucrativos de autogestão patrocinada à saúde, quando esta utiliza a contabilidade por fundos como forma de mensuração de suas atividades.

Em função da especificidade do conjunto de recursos repassados a essas entidades, este trabalho procura evidenciar os aspectos conceituais da contabilidade por fundos e suas principais fontes de recebimento de recursos; características e semelhanças com a contabilidade tradicional; histórico resumido sobre o surgimento das entidades de plano de saúde.

Por último com o desenvolvimento de um exemplo extraído de uma empresa de autogestão em saúde, foram abordados aspectos gerais relacionados à mensuração contábil, no sentido de assegurar maior qualidade nas informações geradas pela contabilidade por fundos, visando desta forma, motivar e coordenar às ações dos gestores na tomada de decisão ao permitir, com a utilização de alguns dos instrumentos gerenciais extraídos da contabilidade por fundos, uma exposição de uma estrutura de gestão possível de ser utilizada para se assegurar um maior controle para os recursos dessas entidades.


Fonte: http://www.congressousp.fipecafi.org/artigos22005/98.pdf

1 de agosto de 2011

Auditoria Interna no Setor Público (Sistemática de Priorização das Atividades de Auditoria Interna por Intermédio da Elaboração de Matriz de Risco - (Estudo de Caso CEFET - SC)


por Sergio dos Santos Souza

Os sistemas de controle público, definidos constitucionalmente como Interno e Externo são responsáveis pela avaliação da Gestão dos gestores públicos federais e pela fiscalização dos programas de governo constantes do orçamento fiscal e da seguridade social. Nesse sentido, devem prestar contas todos aqueles que utilizam, arrecadam, gerenciam, guardam ou administram bens, valores e dinheiros públicos inclusive às entidades privadas que recebem recursos da União.



Nos últimos anos, os setores públicos vêm apresentando melhoria no sistema de controle, principalmente nas áreas de fiscalização e auditorias, chegando-se à conclusão que o importante não é a forma nem o modelo, mas sim, efetivar o constante exercício de controle de gastos.



O controle Interno se faz necessário na medida em que uma organização evolui atingindo um determinado porte e o seu administrador percebe que não tem mais condições de acompanhar de perto todos os negócios da Instituição com a mesma eficiência. Em especial ao setor público, que em geral passa por constantes renovações seja por mudanças em seu quadro administrativo através de eleições ou por indicações, seja pelo elevado número de leis pelo está qual subordinado.



Um sistema de controle interno bem estruturado deve permitir uma razoável eficácia, uma maior economicidade possível e possuir uma independência administrativa.



O controle praticado pela auditoria não deve ter o papel de co-gestão, pois se adotar essa postura poderá inviabilizar a administração da Instituição. Deve sim, promover o controle, auxiliar para que essas tarefas sejam feitas com segurança e rapidez, mas sem interferir no processo da gestão.



A Auditoria Interna é o órgão responsável pela assessoria ao órgão superior da Instituição quando se tratar do controle das ações nas áreas de natureza contábil, orçamentária, financeira, patrimonial e de pessoal, além dos controles administrativos.



Fonte:
http://wiki.ifsc.edu.br/mediawiki/images/d/d9/SERGIO_DOS_SANTOS.pdf