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5 de setembro de 2011

O Impacto da Extinção da Correção Monetária do Balanço


por: Lara Cristiane dos Santos, 
Ricardo Augusto Lovo Vargas

Este artigo tem como objetivo mensurar os aspectos contábeis e tributários decorrentes da falta de reconhecimento dos efeitos inflacionários nos balanços das empresas tributadas pelo Lucro Real a partir de 01.01.1996. Para tanto, faz-se um breve histórico sobre a inflação e a correção monetária no Brasil. São utilizados exemplos para evidenciar os efeitos da aplicação do art. 4° da Lei nº. 9.249/95 nas informações contábeis.

Os efeitos inflacionários nos balanços das empresas tributadas pelo Lucro Real, a partir do ano de 1996, mesmo após 11 anos, ainda é um assunto polêmico. Mesmo após muitos estudiosos e pesquisadores das Ciências Contábeis, tais como: Sergio Iudícibus, Eliseu Martins, Ariovaldo dos Santos, entre outros, já tendo dissertado e demonstrado que a falta do reconhecimento dos efeitos inflacionários causam diversas distorções nas demonstrações contábeis, nada foi ou tem sido feito a esse respeito. O que se vê demonstra uma ausência de compromisso com a veracidade da informação contábil e um retrocesso a tudo que foi conquistado desde 1976.

A contabilidade, como fonte de informações econômico-financeiras, visa expressar monetariamente os eventos ocorridos em seu patrimônio. Quando a moeda sofre variações no seu poder aquisitivo, o registro das transações pelo seu valor histórico perde sua representatividade.

A falta de transparência e credibilidade nas demonstrações contábeis, causadas pelo não reconhecimento da inflação, é prejudicial para o usuário, haja vista que, esse valor serve como base para muitos outros fatores e análises. Dentre eles, podem ser destacados, como principais, a tributação e a distribuição de lucros.



Fonte: 
http://gc.facet.br/v5n1/pdf/o_impacto_da_extincao_da_correcao_monetaria_do_balanco.pdf

4 de setembro de 2011

Contabilidade Analítica - Papel numa Instituição de Ensino Superior


por José Azevedo Rodrigues

A contabilidade pode identificar-se como um subsistema de informação financeiro que, tendo por base as operações realizadas pelas entidades, as regista em suportes próprios, por forma a produzir um conjunto de quadros e outros elementos que nos permitam conhecer a sua situação financeira e apurar os resultados da sua actividade.

A contabilidade surge, desta forma, como um sistema natural das organizações, na medida em que são os factos e as transacções que nelas ocorrem, que constituem a sua matéria prima. A escassez de recursos exige o seu controlo e a sua boa utilização, independentemente dos seus fins (lucrativos ou não), pelo que a contabilidade constitui um instrumento indispensável numa sociedade moderna que se pretende de rigor, de conhecimento e de saber.


Fonte:
http://www.otic.utl.pt/files/2011/08/Organização-das-estruturas-de-custos-das-Instit.-de-Ensino-Superior-e-de-IDT-Contab.-Analítica.pdf

3 de setembro de 2011

A Contabilidade Analítica ou de Custos no sector público administrativo



por João Carvalho, 
Teresa Carmo  Costa, 
Natália Macedo

A Contabilidade Analítica assume, cada vez mais, um papel determinante na adequada gestão dos gastos públicos. Neste sentido, os planos de contas que surgiram no âmbito da reforma da Contabilidade Pública colocaram este sistema como obrigatório nas várias entidades sujeitas às suas normas.

No estudo empírico realizado, os autores procuraram averiguar qual o estado de implementação daquele sistema de contabilidade.

A criação de um sistema de Contabilidade Analítica, quer nas organizações privadas quer nas públicas, revela-se de extrema importância no contexto actual, em que as várias entidades se deparam com a necessidade de gerir adequadamente os recursos ao seu dispor, de modo a administrar a instituição de forma eficaz, eficiente e económica.



Fonte: http://www.ctoc.pt/downloads/files/1206546789_30a41contabilidade.pdf

2 de setembro de 2011

Contabilidade Geral (Apostila)


por Raul Ressano Garcia

A contabilidade é um sistema de informação cuja função principal consiste em assegurar a colecta e o tratamento de informação de base, com o objectivo de fornecer, utilizando uma linguagem universal informação agregada, sincera e fiel do funcionamento da empresa.

Dentro da empresa a contabilidade tem numerosas funções. Além da dimensão jurídica e fiscal que faz da contabilidade um sistema obrigatório e normalizado, ela é igualmente um meio de informação e de protecção de terceiros, um meio de previsão e um instrumento de gestão (MELYON, Gérard; NOGUERA, Remédios, 2004, Página 54).

Pode ser considerado normal que um autor, como o anterior, da área financeira, atribua tamanha importância à contabilidade. Mas, conhecidos que são os conflitos internos existentes em muitas empresas, entre a área comercial e a área financeira, torna-se surpreendente que, aquele que é considerado talvez como o maior guru do marketing,
também o admita.

Os executivos de marketing modernos dependem de um fluxo continuo e profundo de informações, a fim de tomarem decisões.

O sistema de informações mais antigo e básico utilizado pelo executivo de marketing é o sistema de contabilidade interna. Por intermédio dessas informações, os executivos podem encontrar oportunidades e problemas e podem comparar os níveis de desempenho reais e previstos (KOTLER, 1987, Página 486 e 487).

Quando a contabilidade era uma tarefa manual, levava-se muito tempo até se atingirem os mapas que podiam fornecer informação para a gestão. Hoje, a informática ao automatizar certas operações, suprimiu algumas tarefas ingratas, bem como o tempo dispendido na sua realização, reduzindo o tempo necessário para se chegar à informação indispensável à tomada das decisões de gestão. O tratamento informático da contabilidade permite pôr à disposição dos gestores das empresas, informações actuais, de maneira permanente, que facilitam a tomada de decisão e permitem reagir rapidamente em caso de dificuldade (MELYON, Gérard; NOGUERA, Remédios, 2004, Página 103).


1 de setembro de 2011

Ativo e sua Avaliação




por Prof. Msc. Udo Strassburg

No presente trabalho foram discutidas as diversas formas de avaliar os ativos, sendo abordado o assunto sob dois aspectos: a valores de entrada e a valores de saída.

Primeiramente foi apresentado duas definições de ativo, uma desenvolvida a quase um século atrás, mas com ensinamentos atuais e outra bem recente abrangendo o que realmente o ativo representa para a empresa.

Com relação aos outros conceitos pesquisados foram tiradas características que complementam o conhecimento de ativo.

Foi dando ênfase aos objetivos da avaliação dos ativos e também algumas características que deverão conter nos mesmos e assim enfatizando as diversas formas de avaliar os ativos, sendo este o tema central de nosso trabalho. 


Fonte: http://www.udostrassburg.com.br/artigos/pastas/ativo_avaliacao.pdf