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19 de agosto de 2011

Evolução da Produtividade Industrial Brasileira e Abertura Comercial



por José Luiz Rossi Junior
Pedro Cavalcant

Este trabalho avalia a evolução da produtividade industrial brasileira — utilizando um painel de 16 setores da indústria de transformação no período 1985/97 — e o papel da abertura econômica neste processo.

Os resultados mostram que a produtividade da indústria brasileira, seja ela medida pelo conceito de produtividade total dos fatores (PTF) ou de produtividade do trabalho, passou por duas fases distintas: de 1985 a 1990, há um processo de estagnação e de 1990 a 1997, a indústria passa a apresentar significativas taxas de crescimento.

A abertura comercial, caracterizada por menores tarifas nominais e menores taxas de proteção efetiva, exerce um efeito positivo sobre o aumento da produtividade. Em todas as regressões do modelo — em que se utilizam técnicas de estimação em painéis — não se pode rejeitar a hipótese de que aumentos nas barreiras comerciais implicam menores taxas de crescimento da produtividade do trabalho e da PTF.

Este resultado confirma a evidência internacional de que países mais abertos crescem mais rápido e desestimularia a adoção de políticas de restrição comercial como estratégia de desenvolvimento e de proteção à indústria nacional.

A questão da evolução da produtividade vem ganhando cada vez mais espaço no debate econômico em razão da necessidade de os países assegurarem sua competitividade dentro de um cenário globalizado. Países que desejam garantir seu espaço no cenário internacional e assegurar seu crescimento econômico devem estar atentos aos seus ganhos de produtividade.

No caso brasileiro, a questão toma maior vulto pelo fato de que, nos últimos tempos, a produtividade observou um expressivo aumento em sua taxa de crescimento, indicando a ocorrência de mudanças estruturais na economia como observado por Bonelli e Fonseca (1998) e Feijó e Carvalho (1994a), embora alguns autores como Considera (1995) e Silva et alii (1993) acreditem que este aumento de produtividade é fruto das flutuações cíclicas da economia e não de uma reestruturação produtiva.


Fonte: http://www.ipea.gov.br/pub/td/td0651.pdf

18 de agosto de 2011

O Profissional Contábil frente às exigências do mercado e os Princípios Fundamentais da Contabilidade



por Paula Francinete Melo de Barros

A função principal da contabilidade reside em ser instrumento útil para a tomada de  decisões pelo usuário, tendo em vista a entidade. Surgindo, assim, a necessidade da aplicação dos princípios que regem a contabilidade.



Os Princípios Fundamentais de Contabilidade devem ser obrigatoriamente observados no exercício da profissão contábil e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).



Além disso, na aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade as situações concretas, a essência das transações deve prevalecer sobre seus aspectos formais. O objeto de estudo desta dissertação são os Princípios Fundamentais da Contabilidade, sua aplicabilidade e a importância dos mesmos para os profissionais contábeis desde a sua formação.



O presente trabalho tem por finalidade a exploração de conceitos e da prática relacionados aos Princípios Fundamentais da Contabilidade, desde seu surgimento até os dias atuais.



A medida que a prática e a Ciência Contábil foram sendo organizadas e estruturadas, pesquisadores procuraram identificar e compilar quais os princípios que as orientavam, em especial a função de registrar todos os fatos que afetam o patrimônio de uma entidade.



Os princípios contábeis ou contabilísticos tornaram-se regras que passaram a ser seguidas e aceitas por todos e hoje constituem a principal teoria que sustenta e fundamenta a Contabilidade.



Também conhecidos como Princípios Contábeis Geralmente Aceitos, os Princípios Fundamentais de Contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade, sendo imutáveis no tempo e espaço.



Tomando por base a relevância do conhecimento em torno destes fundamentos e princípios da contabilidade, sobretudo para estudantes e profissionais da área, reuniu uma série de matérias disponíveis na literatura e, através de uma ampla pesquisa bilbiográfica formulou-se o presente trabalho monográfico que tem como tema problema e objetivos, as questões a seguir.



Fonte:
http://www.lumenfaculdades.edu.br/site/images/stories/monografias/paula_contabeis.pdf

17 de agosto de 2011

Contabilidade de Custos



por Nelson Geromel

A Contabilidade é urna ciência social que estuda a riqueza patrimonial individualizada, sob os aspectos quantitativos e qualitativos, tendo entre seus objetivos a geração de informações e a explicação dos fenômenos patrimoniais, possibilitando o controle, o planejamento e a tomada de decisão, no enfoque pá s sã d o/p rés ente/futuro. Tudo isso, servindo aos mais diversos usuários, para que eles possam, por rneio de seus atos buscarem a prosperidade da entidade e da sociedade.

Esse conceito, não restringe à ação da Contabilidade na medida em que discorre sobre a necessidade de suprir as expectativas informativas dos usuários a ela ligados. Porém, cabe observar a correlação existente entre tal ciência e outras formas de conhecimento, ou seja, existe urna relação intencional entre os estudos contábeis e as demais áreas do conhecimento.

Neste sentido, a visão da transdisciplinariedade ê fundamental, sendo a mesma entendida como o encontro entre as ciências e destas com a filosofia, com a arte e com o espírito, buscando o desenvolvimento do pensar holístico e do agir localizado. A Contabilidade,  assim  como as  outras ciências,  pode ser estuda  sob enfoques particulares, aqui denominados de especializações.

Uma das principais missões da CONTABILIDADE é proporcionar informações adequadas e sistemáticas dos fenômenos patrimoniais (fatos contábeis) ocorridos nas células sociais, conhecidas como empresas ou entidades.

Entre as muitas especializações da contabilidade (como visualizado na figura 1) é possível classificá-la ern contabilidade geral (financeira ou fiscal) e contabilidade gerencial (inclusa nesta a contabilidade de custos).

Disto, visualiza-se a figura 2, que aborda a idéia discutida, no sentido de apresentar a entidade um sistema contábil capaz de cumprir as exigências legais (Contabilidade Geral/Financeira) e ainda anular as necessidades informativas dos usuários (internos e externo), gerando informações de ordem gerencial ou gestorial.


Fonte:
http://www.bonscursos.com/administracao/admvendas/2011-contcustos.pdf

16 de agosto de 2011

Gestão Financeira de um Sistema Logísitico



por Sheila Valdirene Mendes

Logística Empresarial é vital para a economia e para qualquer empresa. É o fator chave para incrementar o comércio regional e internacional.

A Logística por essência é responsável por gestão, ou seja , planejamento, operação e controle de todo o fluxo de material e de informações de qualquer natureza. A Logística fornece condições para que haja um planejamento de produção, suprimentos e distribuição, evitando a falta de produtos no ponto de venda, portanto a administra fluxo de informações.

Antigamente, era tudo registrado através de papéis , e à medida que a informática trouxe oportunidades novas, as informações contidas nos papéis foram substituídas pela informação no computador. Custos de transporte e de estoques são muito importantes, do ponto de vista logístico, dentro deles, os custos de combustível e de capital costumam ser os fundamentais.

A relevância da logística é influenciada diretamente pelos custos associados a suas atividades. Fatores de peso estão influenciando o incremento dos custos logísticos. Dentre eles, os mais relevantes são: o aumento da competição internacional, as alterações populacionais, a crescente escassez de recursos e a atratividade cada vez maior da mão-de-obra no Terceiro Mundo.

Diante desta economia que sofreu e contínua sofrendo grandes mudanças, a logística esta ganhando uma nova dimensão, integrando toda atividade, desde a matéria prima ao cliente final. Quando se compete por maior participação no mercado, distribuição eficiente e eficaz, a logística é a vantagem necessária para se tornar competitivo.


Fonte: http://www.ppga.com.br/mba/2000/mendes_sheila_valdirene.pdf

15 de agosto de 2011

Gestão Ambiental: Rumo ao Desenvolvimento Sustentável



por Luiz Henrique da Silva

O trabalho enfoca a necessidade e compreensão das questões ecológicas dentro das empresas/organizações através da Gestão Ambiental como diferencial estratégico. A compatibilidade entre produção, consumo e comércio, seja, nacional ou internacional e questões ambientais devem ser permanentemente buscada, pois já é tempo de se pensar nas questões ecológicas para melhorar suas performances rumo ao Desenvolvimento Sustentável.



Devemos entender alguns dos princípios básicos da ecologia, tais como: interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade, diversidade e como conseqüência de todos, sustentabilidade, especialmente no mundo globalizado em que vivemos.

Foi utilizado um método misto, com ênfase no conceito de Gestão Ambiental, necessidades do mercado e políticas públicas, tomando-se como base as tendências desde 1968 até os dias atuais.



O resultado foi a proposta de implementação de um Sistema de Gestão modelo para empresas/organizações, respeitando suas particularidades mas que hoje se faz necessário, sendo um compromisso sério com o futuro da sociedade e das empresas/organizações. Apresenta-se também um estudo de caso aplicado numa organização da região.


Fonte:
http://www.ppga.com.br/mba/2003/gpt/silva-luis_henrique_da.pdf